Sonhei com Marília!
No sonho me despedia de lá, arrumava papéis, bolsas, roupas e demais pertences; Estava numa ladeira e contava com a ajuda de duas meninas, que haviam se mudado pra lá há pouco tempo.
Não sei porquê, mas não consegui ir a última aula, enxerguei a professora triste no corredor, alguns alunos andando rapidamente, algum até me disse: "Ela está assim porque é nossa última aula".
Mas, eu não cheguei à sala, eu me perdi, eu queria ir ao banheiro, mas entrava em várias salas e não o encontrava (não é a primeira vez que sonho estar perdida nos corredores da UNIMAR).
Enfim, acordei nostálgica, pouco antes de acordar eu chorava como uma criança, enquanto conferia minhas coisas na caixa.
No sonho me despedia de lá, arrumava papéis, bolsas, roupas e demais pertences; Estava numa ladeira e contava com a ajuda de duas meninas, que haviam se mudado pra lá há pouco tempo.
Não sei porquê, mas não consegui ir a última aula, enxerguei a professora triste no corredor, alguns alunos andando rapidamente, algum até me disse: "Ela está assim porque é nossa última aula".
Mas, eu não cheguei à sala, eu me perdi, eu queria ir ao banheiro, mas entrava em várias salas e não o encontrava (não é a primeira vez que sonho estar perdida nos corredores da UNIMAR).
Enfim, acordei nostálgica, pouco antes de acordar eu chorava como uma criança, enquanto conferia minhas coisas na caixa.
Enfim...
Vivi três anos em Marília, os melhores anos da minha vida até agora, lá fiz amigos e melhores amigos, lá conheci a falsidade, a arrogância e a outra face do ser humano. Foi lá que flertei com o amor e com infelicidade do amor não correspondido... Lá senti pela primeir vez a dor e a frieza da solidão.
Não me despedi de Marília, saí de lá em dezembro, após apresentar meu TCC, para me preparar para minha formatura, voltei depois para a colação e para festa, depois fui novamente e não voltei... Não arrumei minhas coisas e senti o vazio do apartamento antigo me invadir, não chorei, não imaginei como seria sem Marília e como Marília seria sem mim...
Senti tudo isso hoje, após meu sonho tão “real” e ainda estou sentindo aquela “dorzinha” com gosto de saudade, que chega sem avisar e que vai me fazer companhia por vários dias.
Sinto falta do ar de Marília, das pessoas despreocupadas e descompromissadas tomando “uma” no Texas, das pessoas preocupadas e compromissadas que andavam pelo campus puxando seus carrinhos enormes (odonto) e livros que pesavam mais que elas; sinto falta dos almoços de simplicidade única da Juliane, dos churrakers, das aventuras no mundo fast-food, das festas pra lá de agitadas com o Cássio, das conversas regadas a pizza do bar do Adolfo com o Fer, das aventuras da madrugada, até a loja de conveniência, à procura de leite condensado com a Ana Flávia, da balada a pé com a Thaís e seu indefectível cabelo selvagem, a noite de descobertas da dinastia “Reis” na cachaçaria, das noites de muito ou pouco sono com coca-cola, café ou simplesmente o conforto que nossas palavras traziam a nossos corações às vezes tão vazio, dos passeios de roupão, pijama e guarda-chuva, do aniversário cor-de-rosa no Chinelão, das garimpadas pela Paulistana, Torra-Torra e Riachuelo... Na, o que faço sem as nossas conversas mudas que sempre diziam tudo?
Hoje me sinto assim, em paz, me despedi da fonte de alegria, sensações e acontecimentos únicos que me acolheu durante três anos. Lembrar de tudo isso com saudade, com carinho é uma certeza imensurável; É estar em paz com a vida e com a missão que me foi dada.
Vivi três anos em Marília, os melhores anos da minha vida até agora, lá fiz amigos e melhores amigos, lá conheci a falsidade, a arrogância e a outra face do ser humano. Foi lá que flertei com o amor e com infelicidade do amor não correspondido... Lá senti pela primeir vez a dor e a frieza da solidão.
Não me despedi de Marília, saí de lá em dezembro, após apresentar meu TCC, para me preparar para minha formatura, voltei depois para a colação e para festa, depois fui novamente e não voltei... Não arrumei minhas coisas e senti o vazio do apartamento antigo me invadir, não chorei, não imaginei como seria sem Marília e como Marília seria sem mim...
Senti tudo isso hoje, após meu sonho tão “real” e ainda estou sentindo aquela “dorzinha” com gosto de saudade, que chega sem avisar e que vai me fazer companhia por vários dias.
Sinto falta do ar de Marília, das pessoas despreocupadas e descompromissadas tomando “uma” no Texas, das pessoas preocupadas e compromissadas que andavam pelo campus puxando seus carrinhos enormes (odonto) e livros que pesavam mais que elas; sinto falta dos almoços de simplicidade única da Juliane, dos churrakers, das aventuras no mundo fast-food, das festas pra lá de agitadas com o Cássio, das conversas regadas a pizza do bar do Adolfo com o Fer, das aventuras da madrugada, até a loja de conveniência, à procura de leite condensado com a Ana Flávia, da balada a pé com a Thaís e seu indefectível cabelo selvagem, a noite de descobertas da dinastia “Reis” na cachaçaria, das noites de muito ou pouco sono com coca-cola, café ou simplesmente o conforto que nossas palavras traziam a nossos corações às vezes tão vazio, dos passeios de roupão, pijama e guarda-chuva, do aniversário cor-de-rosa no Chinelão, das garimpadas pela Paulistana, Torra-Torra e Riachuelo... Na, o que faço sem as nossas conversas mudas que sempre diziam tudo?
Hoje me sinto assim, em paz, me despedi da fonte de alegria, sensações e acontecimentos únicos que me acolheu durante três anos. Lembrar de tudo isso com saudade, com carinho é uma certeza imensurável; É estar em paz com a vida e com a missão que me foi dada.
É sentir-se mais que completa, talvez privilegiada ou simplesmente confirmar mais essa verdade: Que nessa época era feliz e já sábia...
Nenhum comentário:
Postar um comentário